Quarta-feira, 5 de Novembro de 2008

Alzheimer

ADESIVO PODE SUBSTITUIR COMPRIMIDOS

 

O adesivo não cura nem remove a doença. Apenas retarda a sua evolução, garantindo por mais um tempo a qualidade de vida mínima, para o doente e para quem cuida dele.
 Origem da imagem ao clicar
Para os cuidadores este novo método vem facilitar a forma como se lida com a doença. É pequeno, colocado uma vez por dia, apenas, nas costas, no braço ou no peito. A substância medicamentosa é igual mas a forma como é transmitida às células do corpo é diferente: através da pele. Não provoca náuseas nem perda de apetite e é mais seguro no tratamento, podendo apenas provocar alguma reacção cutânea, quando colocado sempre no mesmo sítio. O adesivo já foi, por isso, adoptado por muitas famílias em Portugal.
 
A doença de Alzheimer caracteriza-se primeiramente pela perda de memória mas afecta progressivamente todos os órgãos do corpo. Hoje olha-se para o passado e contam-se os 102 anos da descoberta da doença de Alzheimer. O olhar, agora, está posto no amanhã.

Publicado por 100STRESS às 04:11
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Terça-feira, 6 de Maio de 2008

Medicamento Genérico

O termo genérico usa-se para descrever as versões mais baratas de produtos de marcas muito conhecidas e muito utilizadas. Para alguns alimentos e produtos domésticos, o termo genérico implica pagar menos, mas também obter um nível inferior de qualidade e de eficácia. De modo geral, isso não acontece com os produtos farmacêuticos.

 

Os fármacos são conhecidos, muitas vezes, por vários nomes. Quando se descobre pela primeira vez um fármaco, dá-se-lhe um nome químico, uma versão simplificada do nome químico ou um nome em código criado para facilitar a referência entre os investigadores. Se os organismos de saúde oficiais (responsáveis por garantir a segurança e a eficácia) aprovarem o fármaco para prescrição geral, atribuem-lhe dois nomes adicionais: um nome genérico (nome oficial) e um nome comercial (também denominado patente ou marca registada), que o identifica como propriedade exclusiva de uma determinada companhia. O governo, os médicos, os investigadores e aqueles que escrevem sobre o novo composto usam o nome genérico do fármaco porque só se referem ao próprio fármaco e não a uma marca concreta de uma companhia farmacêutica nem de um produto específico. No entanto, nas receitas escreve-se, normalmente, o nome comercial.

 

Os nomes genéricos são, geralmente, mais complicados e difíceis de lembrar que os comerciais. Muitos nomes genéricos são uma forma abreviada do nome químico, da estrutura ou da fórmula do fármaco.

 

A característica mais importante de um nome genérico é a sua individualidade. Os nomes comerciais também devem ser únicos e são, geralmente, chamativos e relativamente fáceis de recordar. Eles indicam, frequentemente, uma característica particular do fármaco. Por exemplo, o Lopressor diminui a pressão arterial, o Vivactil é um antidepressivo que anima o doente, o Glucotrol diminui a concentração elevada de açúcar no sangue (glicose) e o Skelaxin é um relaxante musculoesquelético. Por outro lado, o nome comercial Minocin é simplesmente uma versão reduzida de minociclina, o nome genérico do fármaco.

Origem ao clicar

Os organismos competentes devem assegurar que os nomes genéricos e comerciais sejam únicos e não possam confundir-se com outros fármacos. Os nomes demasiado semelhantes podem induzir em erros na prescrição e na distribuição de um fármaco.

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Publicado por 100STRESS às 23:44
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